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Bebês: As quatro crises do crescimento

20 jul

Li esta matéria e achei muuuuuito importante compartilhar com vocês (afinal, informação nunca é demais para nós). Muitas vezes achamos que nossos babys estão com algum problema de saúde, quando na verdade é só uma crise que dura algum tempinho. Aqui não tem fotos da Juju chorando. Estou tentando registrar esse momento crise de beicinhos lindos e berrinhos doloridos.

Paciência, amor e carinho são as palavras chaves, sempre!

Seu filho enfrenta problemas para dormir,  se alimenta mal e anda agitado? Calma. Pode ser que ele esteja apenas atravessando uma crise comum à fase em que se encontra. (Por Manuela Macagnan – via Bebê Abril)

Primeiro trimestre: período simbiótico

Como começa a crise do primeiro trimestre?

A chegada aos 3 meses é um momento tão marcante que alguns autores falam de dois nascimentos: o biológico, que é o dia do parto, e o psicológico, que acontece quando o bebê completa 3 meses. Esse primeiro trimestre de vida é o que se chama de período simbiótico. “Para a criança, mãe e filho significam uma única palavra ‘mãefilho’. É assim que ela entende: como se fossem uma única pessoa”, diz, brincando, Leonardo Posternak, pediatra de São Paulo. A partir dos 3 meses, o bebê passa a olhar no olho da mãe, começa a se divertir, imita alguns gestos. Ele começa a sentir que a mãe não é só um bico de peito e, assim, começa a construir a imagem do outro.“É nesse período que a criança percebe que não está enroscado no tronco da árvore – que é a mãe. Ele está perto da árvore. Entende que precisa chamá-la para ter o que necessita – leite, colo ou fraldas limpas. Nessa hora, bate a ansiedade. É como se ela pensasse: ‘E agora? E se eu chamar e ninguém escutar? E se esse outro vai embora, o que eu faço?’ É aí que começa a crise”, explica Posternak.

Como saber se o filho está passando por uma crise?

A melhor maneira é ouvir o pediatra. “Algumas mães chegam ao consultório reclamando que há três dias o filho estava ótimo e, de repente, não quer mais mamar e tenta se afastar quando elas dão o peito. Outras reclamam que o bebê estava dormindo bem, mas, depois dos 3 meses, isso mudou. Ele acorda várias vezes chorando”, diz Leonardo Posternak, pediatra de São Paulo. “Há ainda as mães que reclamam que o bebê fica agitado sem motivo. Não quer ficar no colo, no berço, no bebê-conforto. Parece não estar confortável com nada que é oferecido”, continua. As queixas normalmente são parecidas e o seu pediatra saberá dizer se o bebê está com algum problema de saúde ou atravessando uma crise.

Quanto tempo dura a “crise do fim do período simbiótico”?

Essa crise dura em torno de 15 dias.

Nesse período, os bebês precisam ser medicados?

Não. Quando a criança atravessa uma crise, é muito importante que ela não seja medicada. “As mães sempre chegam ao consultório achando que a razão do desconforto tem algum aspecto orgânico: cólica, falta de leite, dente nascendo. Então explico que se trata de uma crise, um momento excelente para o crescimento”, ensina Leonardo Posternak, pediatra de São Paulo.

O que os pais devem fazer durante a crise?

Eles devem ficar calmos e entender que esse período vai passar. “Conhecendo os sintomas, os pais precisam dominar a ansiedade para que a criança não tenha que atravessar esse momento complicado num ambiente angustiante. Lembre-se de que o seu bebê precisa passar por essa crise para poder crescer”, explica o pediatra Leonardo Posternak, de São Paulo.

Entre 5 e 6 meses: formação do triângulo familiar

Como começa a crise da formação do triângulo familiar?

Por mais que o pai tenha sido presente e ativo desde o nascimento do bebê, ele não teve uma relação tão simbiótica com o filho. Isso se dá por inúmeros motivos. Até mesmo porque ele não dispõe dos meses de licença-maternidade para ajudar nessa proximidade. Então, por volta do sexto mês de vida, o bebê, que já conhece a mãe, começa a reconhecer a figura do pai, dando início à formação do triângulo – e da crise.

Que sintomas a criança apresenta nessa crise?

“A criança tem um pouquinho de transtorno do sono, e o apetite diminui um pouco”, diz o pediatra Leonardo Posternak, de São Paulo. Mas essa crise costuma afetar mais as mães do que os bebês. “Nessa fase, a mãe se dá conta de que, para o filho ser saudável e feliz, ele precisa ter uma relação triangular e não uma relação de cordão umbilical com ela. Afinal, ninguém quer que o filho seja dependente a vida toda. É necessário que alguém corte essa simbiose. E esse é o papel do pai”, explica Posternak.

Com 6 meses, nascem os primeiros dentinhos. Essa etapa se confunde com a crise?

“Sim. Às vezes, isso acontece. As duas fases se confundem porque a dentição incomoda, dói e torna a criança aparentemente mais agressiva”, explica o pediatra Leonardo Posternak, de São Paulo.

Oito meses: separação ou angústia

Essa crise acontece sempre no oitavo mês?

Não exatamente. Essa é a crise do terceiro trimestre. “Embora seja incomum, algumas crianças começam a dar sinais da crise com 6 ou 7 meses. Outras mostram sintomas de angústia com 9 meses. Mas na maioria dos casos isso acontece mesmo no oitavo mês”, explica o pediatra Leonardo Posternak, de São Paulo.

Por que os pediatras dizem que essa é a crise mais significativa de todas?

“Porque essa é a que dura mais tempo e o transtorno do sono é muito acentuado: a criança pode chegar a acordar 15 vezes durante a noite, desperta muito assustada, com um choro intenso. Alguns pais ficam tão assustados que pensam que a criança caiu do berço porque é um choro diferente, desesperado”, esclarece o pediatra Leonardo Posternak, de São Paulo.

Quanto tempo dura a crise da angústia?

Demora um pouco mais que as outras: três ou quatro semanas.

Os pais devem levar a criança para dormir na cama deles?

O ideal é que o bebê durma no seu berço ou carrinho desde os primeiros dias de vida. “Dormir na mesma cama se dá mais por ansiedade dos pais do que por necessidade dos bebês. E os pais não dormem tranquilamente, pois ficam com medo de sufocar o bebê. Sem contar que isso pode ocasionar um afastamento na vida conjugal”, explica Ana Paula Cargnelutti Venturini, mestre em psicologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Além disso, segundo Ana Paula, a prática pode levar a criança a ficar muito dependente dos pais, buscando uma atenção cada vez maior.

Nessa fase, quando a criança chora de madrugada, é a mãe quem deve atender?

De preferência, sim. O pediatra Leonardo Posternak explica a razão: “Na fantasia do bebê, ele acha que, quando a mãe apaga a luz e fecha a porta, não volta nunca mais. Então, se ele chora durante a noite e é atendido pelo pai ou pela babá, acredita que a mãe não voltará mesmo”. A criança precisa passar por isso para ir entendendo que a presença da mãe pode ser seguida de ausências. “Nessa fase, é oportuno que não ocorram trocas dos cuidadores. Além de acordar assustado, o bebê pode reagir à presença de estranhos, chorando ou estranhando o colo”, reforça Ana Paula Cargnelutti Venturini, mestre em psicologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. “A mãe deve tentar acalmá-lo no próprio berço para não alterar substancialmente sua rotina”, ela sugere.

Quais os sintomas da crise da angústia?

Basicamente os mesmos das outras crises: alteração do sono, perda de apetite e agitação. “O sono é o que mais perturba. Além disso, a criança come muito mal, pior do que nas outras fases. E às vezes faz até pequenas greves de fome”, comenta o pediatra Leonardo Posternak, de São Paulo.

Qual a importância do objeto de transição nessa fase?

Nesse período de angústia, a criança começa a se apegar a algum objeto: pode ser um paninho, uma chupeta específica, um brinquedo. “Esse objeto representa a mãe, e é bom que ela brinque com o ursinho, por exemplo, que dê beijo, que deixe nele o seu cheiro. Isso vai ajudá-la a entender que à noite as coisas não desaparecem. A mãe pode sumir, mas o objeto continua ali e vai estar com ele quando acordar. Isso ajuda a criança a entender que esse afastamento não é uma perda”, ensina o pediatra Leonardo Posternak, de São Paulo.

Como ajudar a criança a escolher o objeto de transição?

Os pais não precisam se preocupar em estimular a escolha, que é feita naturalmente pelo bebê. “É importante que o objeto resista às agressões da criança e que ela mesma o reconstrua. A mãe não deve lavá-lo nem tentar consertá-lo”, explica Ana Paula Cargnelutti Venturini, mestre em psicologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

1 ano: ambivalência/dependência/independência

Como é a crise do primeiro ano?

Esse período coincide com o andar: a criança quer caminhar, quer ser independente, mas ainda precisa de colo. “Ela já se sente capaz de explorar o ambiente, já abre gavetas, tira todas as roupas de dentro, mas ainda não vai muito longe da mãe. A crise se dá por essa vontade de ser independente e a necessidade de ser, ainda, dependente.”

Quais são os sintomas dessa crise?

“As mães chegam ao consultório reclamando que a criança começou a acordar à noite, a não comer e a ficar muito agitada durante o dia”, diagnostica o pediatra Leonardo Posternak, de São Paulo.

Os pais devem estimular a criança a caminhar?

Estimular, sim, mas jamais forçar. “O cérebro e as pernas ainda não estão combinados. Ela quer, porém não consegue, e isso gera angústia. A criança deve caminhar quando ela achar que pode”, alerta o pediatra Leonardo Posternak, de São Paulo.

Como as mães devem lidar com as crises?

“Não existe uma receita ideal. Como todo relacionamento, é preciso adaptação, tranquilidade e equilíbrio, além de um ambiente saudável e acolhedor. Essas fases podem ser difíceis, mas são extraordinárias e marcantes”, finaliza Betina Lahterman, pediatra da Universidade Federal de São Paulo.

 

Desejos atrasados?

29 jun

Nós sabemos que cada gestação é diferente uma da outra. Algumas com enjoos, outras não. Muito sono ou muita insônia… e por aí vai…

No post  MAMÃE SENTE MUITO (para ler é só clicar no título) eu falo exatamente como passei a maior parte da minha gestação – da magia ao caos – mas não citei sobre minha alimentação (no meu caso foi do avesso).

Durante a gestação dizem que comemos por dois, que sentimos fome o tempo inteiro, nosso estômago fica sem fundo… não senti nada disso. Senti muito orgulho de mim. Engordei apenas 8 kilos. Comia de 3 em 3 horas e fiquei louquinha por frutas, verduras, legumes, comidas saudáveis, sem gordura ou óleo.

Chocolate? Nem fez falta.

Pensei: – que maravilha, servirei de exemplo para minha filha!

Depois me falaram: – assim que a Júlia nascer você vai emagrecer super rápido. Se estiver amamentando, então…

Mas euzinha aqui inverti tudo. Não sei se foram os hormônios ou sei lá o quê! Só sei que a Jú nasceu e nas primeiras semanas continuei comendo direitinho – bem mocinha – mas os dias foram passando… e a vontade de comer mais e mais e mais foi aumentando… por exemplo:

Chocolate? 

É pior que desejo de grávida. Assim que lembro que um chocolate existe (ou qualquer derivado seu) eu desejo muito muito muito comê-lo – pode rir. E os deliciosos pães de trigo, bem quentinhos… hmmmmm… 

Verduras, frutas e legumes? Não faz falta, mas eu dou uma forçadinha… (aaa… graças a Deus a Júlia não tem cólica)

Ou seja, em relação à alimentação eu não sirvo de exemplo pra ninguém. Nem pras mamães, nem pros filhinhos. Perdi uns kilinhos quando a Jú nasceu, mas recuperei rapidinho. Estou muuuuito gulosa!!!

Vou ter que treinar e voltar à minha alimentação “gestacional” antes que a Júlia conheça minhas predileções alimentares.

Pois é mamães, pena que a desculpa para comer em dobro só vale na gestação hehehehe

Comam bem. Mas não exagerem tá!

beijocas bem gulosas

Tapinha no visual

28 jun

Eu não sei como é depois, só por depoimentos. Só sei que a Júlia vai fazer 3 meses e ainda acho complicado cuidar dos cabelos, pés, mãos, rosto, corpo, tudo de uma vez só.

Sabe aquelas olheiras, carinha de cansada, ou melhor… de acabada?

Então, tenho uma dica “bacaninha” pras mamães que também ficam sem tempo ou irão ganhar o seu baby logo logo.

1. Na hora do banho deixe um óleo corporal sempre à disposição. Quando a pressa é muita e não dá tempo de passar hidratante, pelo menos passe o óleo enquanto o condicionador vai saindo (tire bem o condicionador porque depois de seco ele queima o cabelo).

2. Deixe um lápis de olho no balcão próximo ao desodorante. Um lápis no olho sempre dá um ar de “viva”!

Eu gosto muito deste da Boticário a prova d’água.

3. Um blush é sempre bem-vindo! Dá aquele arzinho de saúde e posso garantir que seus amigos irão lhe dizer: “Nossa, como você está bem!”

Tenho esse blush mineral Meteorito da Boticário que possui igredientes naturais e não agride a pele (afinal, gestantes e lactentes não podem usar qualquer produto).

4. Se você chegou até aqui já está ótimo, mas se ainda tiver mais um tempinho, passe um batonzinho leve para ficar em casa. Esse da foto é o light lips que fica bem natural.

Em dois minutinhos você dá um belo tapinha no “visu” e, EU GARANTO, vai se sentir beeeeem melhor!!!

Coloquei como exemplo produtos da Make B., mas você encontra outras marcas maravilhosas nas farmácias ou lojas de cosméticos por preços que variam bastante.

#ficadica Mamães! Quero vê-las lindas!!!

Se você tiver mais dicas rapidinhas para dar um tapinha no visual com tanta correria, compartilhe com a gente!

bjssss

Diga NÃO ao begezão!

14 jun

Nós, mulheres, já sabemos que o bege não favorece em nada, só por baixo de roupa branca.

No período de amamentação não é diferente. O exercício mais frequente de quem amamenta é levantar a blusa, abrir, levantar, tirar e… por fim… abaixar o sutiã. E o que mais precisamos é de conforto, segurança e praticidade, inclusive nesta fase. Não é brincadeira ou frescurinha. Isso tudo ajuda a não estressar a mamãe.

Mas aí você se olha no espelho e vê aquela mulher com cheirinho de leite, “um pouco” desarrumada, sem tempo para detalhes que consideramos relevantes.

Pensando nisso, uma das coisas que eu não quis – de jeito nenhum – foi usar aquele sutiã begezão, do tempo da vovózinha. E posso afirmar que faz toda diferença!

Encontrei na internet dois modelos fofos e fashion de sutiã de amamentação, mas com estampas diferentes dos que comprei.

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Esse é mais ousado, mas adorei!

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Eu tenho um modelo todo branco que, ao abrir, fica uma renda ao redor do seio. O outro é de poá com bolinhas vermelhinhas e lacinho de cetim. Ambos confortáveis, de boa sustentação e lindos. Encontrei em lojas de lingeries.

#FicaDica pra quem amamenta ou vai amamentar. Amamente e sinta-se linda! Eu me senti!

bjinhos

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