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Gostoso e saudável: não é comida, é o banho com vapor!

5 set

Já falei pra vocês que uma das coisas que eu mais gosto é da hora do banho da Julinha. Com esse tempo variando toda hora aqui no sul, frio, calor, frio, calor… sabemos que os babys ficam mais vulneráveis a gripes, resfriados, bronquite, bronquiolite, laringite e por aí vai… e adivinha a recomendação geral dos médicas para isso? Banho com vapor!

Desde que minha bebê teve bronquiolite comecei a dar (não todos os dias, mas quase sempre) banho de vapor como a pediatra recomentou. Percebi que pode vir o friozão que ela tá fortinha e, assim que começa uma tosse ou espirro, o banho com vapor é um milagre!

Por isso, quero dividir com vocês – principalmente nesta época do ano – o quanto é bom esse banho e como eu faço:

1. Esquento o banheiro primeiro e deixo ficar bem vaporizado. Quando posso, tomo banho antes para que fique mais quentinho ainda.

2. A água tem que ficar morna pra quentinha, nunca quente pra não queimar o bebê e ele ficar machucado e traumatizado.

3. 20 minutos é o ideal. Pode ser um ótimo relaxante quando o momento se torna agradável ou divertido.

4. Secar o bebê e colocar a roupa no banheiro é preferível. Se possível, tenha alguém por perto para lhe dar uma mãozinha nessa hora.

5. O nebulizador funciona, mas o banho proporciona tantas coisas boas, além do que, muitos bebês recusam o nebulizador, aí o banho é a solução.

Por experiência própria e conversando com outras mamães que tiveram seus filhinhos dodói, todos passaram a ter menos problemas respiratórios ou outras doenças (evitar é tudo de bom) depois que o banho com vapor entrou para a rotina da casa.

ps: foto ilustrativa

Beijinhos com espuma!!!

Inverno chegou! Como agasalhar seu bebê?

27 jun

Com a chegada do inverno é comum as mães zelosas agasalharem demais os filhos. Acontece que, no inverno – e aqui no sul faz muitooooooo frioooo – algumas mamães exageram na dose e, sem saber, geram um incômodo muito grande ao bebê, além de aumentar o risco de transpiração, desidratação e brotoejas. Por isso, bom senso é a palavra de ordem.

A pediatra da Júlia sempre dá bronca quando chegamos no consultório e ela está com duas peças de roupa, mais duas mantas. “Apenas os bebês de até seis meses devem ser agasalhados de acordo com a temperatura ambiente e, de um modo geral, com uma peça de roupa a mais que o adulto, depois dessa idade são como nós”, repete a especialista.

Os pediatras são unânimes e afirmam que existe um mito de que as crianças sentem mais frio do que os adultos (cuidado com o palpite da vovó), e os pais devem sempre lembrar que isso não é verdade.

A primeira recomendação dos médicos é compreender que, dentro de um quarto fechado (em casa, carro, sala), os bebês sentem tanto frio ou calor quanto os adultos.

O BEBÊ

Além do desconforto que leva ao choro (ou inquieto), o excesso de roupas ou de cobertores provoca sudorese, deixando as peças que estão em contato com a pele molhadas, o que aumenta o risco de resfriados, principalmente nos meses frios. Pode ocorrer também desidratação e hipertemia.

Sinais de exagero

Se seu bebê está com o rostinho vermelho, transpirando, inquieto ou febre, é sinal de que você está exagerando na dose. “Para saber se ele está aquecido, procure ver o tórax, pois a cabeça é sempre quente e as extremidades mais frias”, afirma o pediatra e homeopata Jayme Simões, do Hospital Infantil Sabará, em São Paulo. Vale usar gorro ao sair de casa em dias frios, pois essa é a área em que primeiro se perde calor.

E atenção: o chamado “charutinho” ou “toquinha, quando a criança fica completamente enrolada em um cobertor, pode impedir a adequada expansão pulmonar do bebê, o que representa grande risco.

Obs.: Desde que a Júlia nasceu só faço “charutinho” na hora de lavar o rosto e o cabelo, antes de lavar o corpo, para ela ficar paradinha e não sentir frio. Fora isso, ela nunca gostou, eu também não e a médica nos recomendou que não fizéssemos – existe a possibilidade de se sentirem mais seguros como se estivessem no útero, mas alguns especialistas afirmam que pode aumentar o choro ou o tempo de sono pelo calor em excesso e imobilidade – eu sempre providencio um útero, como se fosse um círculo para ela encostar as mãos e pés ao se movimentar. Sempre que faço isso preciso acordá-la para comer, caso contrário só quer dormir…

O que fazer nos dias de muito frio

Como eu sempre digo aqui no blog: use roupas quentes, porém confortáveis, sem botões ou enfeites e, de preferência, feitas de fibras naturais, como algodão. Se a mãe for vestir o filho com “camadas” de roupas, a dermatologista Ana Lúcia Recio aconselha que as primeiras peças a serem colocadas sejam um conjunto de calça e camiseta 100% algodão. “Caso haja sudorese, o tecido absorverá parte da água”, diz. “Evite roupinhas muito produzidas e feitas com material sintético. Tenha em mente que o simples é sempre o melhor”.

 Nariz gelado ou pescoço quente

Se as roupas próximas à pele estiverem úmidas, o cabelo da região da nuca estiver molhado e o pescoço quente, provavelmente ela está excessivamente agasalhada.

A pediatra Rosângela Garbers lembra que estes cuidados deverão permanecer até os dois anos de idade da criança, que é quando ela já é capaz de pedir para tirar o casaco. “É preciso respeitar as crianças quando atingem idade suficiente para se expressarem diante do excesso ou falta de agasalhos”, ela afirma.

Então mamães, vamos lembrar que nossos babys sentem tanto frio ou calor quanto nós. Na dúvida, é bom ficar atenta aos sinais de desconforto.

Beijos e um inverno quentinho pra todas nós!

fotos meramente ilustrativas

fonte: mae.uol.com e prematuridade.com

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