Reportagem alerta sobre alimentação das crianças, iniciando pelos bebês!

1 abr

“A criança não tem o preparo adequado do seu intestino para filtrar os alimentos de uma forma adequada. Pelo contrário, quando estimulado inadequadamente, podem predispor o aparecimento de doenças futuras, é a doença celíaca, são as alergias alimentares, fruto da introdução inadequada do alimento precocemente”, disse Sérgio Sarrubbo, pediatra professor da USP-SP.

A matéria que saiu ontem no Fantástico chamou a atenção. Eu amamentei a Júlia com leite materno, exclusivamente, até os seis meses. A partir daí comecei a introduzir frutinhas e depois salgado. O que me deixou chocada foi escutar mães (“instruídas, com convênio, escolaridade…” – entenderam né?) dizer q aos dois meses o bb tomava leite de caixinha e ainda acrescentava farinha pra dormir a noite toda.

A outra mãe que aos 3 meses já dava papinha salgada de alimentos sólidos, sendo que o desenvolvimento intestinal e dos demais órgãos ainda não estão preparados nesta fase.

Algumas falaram que o pediatra é que dava o aval para introdução dos alimentos antes da hora certa.

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“- Fantástico: O biscoito doce pode ser colocado no leite, amassado e dar?
– Carolina dos Santos: Então, o biscoito doce ele tem açúcar. Só depois do primeiro ano de vida, dentro de uma alimentação balanceada.”

Todo cuidado é pouco. Vale para todas as idades! Precisamos respeitar os rótulos e as recomendações médicas evitando futuras predisposições ao aparecimento de doenças futuras.

Para assistir a matéria completa basta clicar aqui: FANTÁSTICO – ALIMENTAÇÃO

bjsss

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Escolhendo a escolinha!

26 mar

A pedidos, estou postando sobre a escolha da escolinha da Jú. A adaptação deixarei para o próximo post.

Entre as opções babá, vovó e escola, optei pela escola. Mesmo que escolhesse uma babá, sei q não conseguiria delegar as tarefas, iria continuar chamegando e não conseguiria trabalhar. As avós trabalham. Então, fizemos (eu e meu marido) diversas visitas a algumas escolinhas.

No quesito “método educacional”, seja ele montessori ou clássico, não foi o principal par a nossa decisão. Foi o atendimento, a rotina imposta pela escola, as aulas de música, ballet, esportes, as professoras, a sala de aula e a estrutura do colégio.

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 Então vou citar alguns pontos importantes (muitas vezes despercebidos) ao realizar uma visita:

1. Não marque horário de visita, apareça!

2. Observe a segurança, desde o portão de entrada (visitei escolas com portões abertos de fácil acesso para entrada de estranhos e saída das crianças).

3. A área comum de lazer é bem protegida, sem risco de acidentes graves? (algumas escolas tinham os brinquedos em cima do cimento, nem uma grama, nem artificial… imagina no calor…)

4. Saiba que atividades seu filho terá durante o período que estará lá (visitei uma que a TV ficava ligada o tempo todo e os bbs no bb conforto).

5. Veja se o tipo de adaptação é o melhor para você. Eu fiquei a primeira semana com minha filha. Algumas escolinhas não permitem.

6. Conheça o cardápio da escola (desde os lanches até almoço e janta).

7. Perceba em como seu filho é tratado, inclusive você. Perceber que seu filho gosta das professoras, que elas são atenciosas com ambos (vc e seu filho) te deixa muito mais tranquila.

8. Sinta-se livre para perguntar sobre tudo. No começo eu ligava o tempo todo para saber como a Ju estava e sempre me atendiam com muito carinho.

No começo é difícil, dói pra eles e ainda mais em nós. Mas depois você vai percebendo o desenvolvimento, o relacionamento, as festinhas, teatrinhos… e percebe como é importante para o seu filho e para vc também. Que não há mal nenhum em você trabalhar e ele estar em um local seguro com outros amiguinhos.

Sorte e felicidade pra nós e nossos babys! Se tiverem mais dicas é só postar!!! bjssssss

 

Não bato, mas grito!

18 mar

Amigas e amigos, depois de meeeeses sem postar, voltei! Tb voltei com tudo ao trabalho, mantendo minhas atividades de casa, meu bebê, marido e tudo mais! Dá pra entender pq demorei a postar né?

Volto com essa matéria que achei sensacional da revista Crescer sobre atitudes que podem prejudicar os filhos eternamente:

O GRITO: É um tipo de abuso que não deixa vestígios físicos visíveis. No entanto, danifica a autoestima da criança. 

Não bato, mas grito. Para o psicólogo espanhol Guillermo Ballenato, autor do livro Educar Sin Gritar(Educar Sem Gritar, ainda sem previsão de lançamento aqui no Brasil), a reação dos pais focada em gritos virou uma forma de os pais se comunicarem com os filhos, e isso apenas danifica a autoestima da criança. Leia abaixo a entrevista exclusiva para CRESCER:

CRESCER: Quais são os valores básicos da educação?

Guilhermo Ballenato: Em uma sociedade tão complexa e competitiva, a educação com base nos valores tem um papel essencial, porque são os pilares que permitem que o ser humano viva em sociedade. Os três considerados por mim fundamentais são justiça, respeito e solidariedade. Esses três fazem com que o desenvolvimento da criança seja mais equilibrado, dá mais confiança para elas e legitima a autoridade dos pais e educadores. Outro ponto importante é o diálogo com a criança com base na escuta e na sinceridade. Uma relação afetiva garante segurança, permite a troca emocional e enriquece.

C.: E como os pais podem demonstrar autoridade?

G.B.: A autoridade deve ser reconhecida baseada no exemplo, no diálogo e no reconhecimento, não no castigo ou nas críticas. Por isso que eu digo que a tarefa de educar é um desafio estimulante que ainda está para ser descoberto por muitas pessoas, especialmente os pais, educadores.

C.: Você acredita que o grito virou a nova surra? Por que isso é um problema?

G.B.: Os gritos tornaram-se, infelizmente, uma forma bastante comum de “educar” as crianças. É um sintoma de insatisfação consigo mesmo e o reflexo de uma sociedade. Por isso, é tão urgente rever as nossas prioridades, sejam elas o trabalho, bens materiais, família… Contribuir para uma sociedade melhor, mais justa, mais solidária deve ser a missão de uma vida inteira e a educação é a maneira ideal de fazer isso. Quem não tem tempo para gastar com seus filhos enquanto eles são jovens deve saber que os anos não vão voltar e não podemos recuperá-los. Os gritos são um mau exemplo e a conduta de vida do adulto educa tanto ou mais que a palavra. Alguns pais usam o grito como uma rotina para se comunicar com as crianças. Isso é um tipo de abuso que tem consequências.

C.: Como o que, por exemplo?

G.B.: Os pais gritam por falta de paciência, pela sensação de impotência, pelo medo de perder a autoridade, porque eles sentem a distância psicológica apesar da proximidade física com a criança. Só que os gritos fazem com que percamos a autoridade. Se tivermos a razão, perdemos pela má educação. É um tipo de abuso que não deixa vestígios físicos visíveis. No entanto, danifica a autoestima da criança. E muitos pais acabam se sentindo culpados. Devemos acreditar que é possível educar sem gritos. Para fazer isso, temos de desenvolver nosso autocontrole. Não podemos ensinar as crianças a controlar suas emoções, se nós próprios não somos capazes disso.

 C.: Os pais se sentem culpados por não passarem o dia todo com os filhos por conta do trabalho. No entanto, também estão mais cansados e explodem com mais facilidade. Como administrar tudo isso?

G.B.: Vivemos em uma sociedade com muitos pais exaustos e crianças que se sentem sozinhas. Para amenizar essa situação, é necessário criar algumas estratégias para não acabar gritando com as crianças nos momentos mais tensos do dia. E devem ser adaptadas caso a caso. Volto a dizer que, para algumas famílias, talvez a saída seja melhorar a comunicação para prevenir e resolver conflitos. E isso requer paciência e exige coerência no que se diz às crianças. Os pais devem mostrar autocontrole, exercitar a paciência, aprender a contar até dez antes de falar, ouvir sem interromper, evitar dar sermões… Parece, mas não é complicado. E os efeitos são tão benéficos que vale a pena colocá-los em prática. Outro ponto que conta muito é o nível de satisfação pessoal dos pais. Pais mais felizes tendem a transmitir esse bem estar nas relações com os filhos.

C.: Como agir para garantir uma educação de sucesso?

G.B.: Devemos usar a empatia, senso comum e o diálogo. Buscar a razão e explicar, mas também ouvir e ser flexível. Essa história de que rotina estraga é mentira. Criança precisa de regras, elas são necessárias para a convivência e devem ser estabelecidas desde o início e fazê-las respeitar. Muitas crianças estão pedindo para ter regras claras. A falta de normas gera confusão e insegurança nas crianças. No futuro, eles vão viver em uma sociedade que exige o cumprimento das leis e precisam se acostumar! O mais importante é que devem ter sentido e devem ser proporcionais, não definidas de forma arbitrária. A flexibilidade na exigência do cumprimento deve ser gradual. Inicialmente, é melhor ser rigoroso, coerente e consistente.

ain q dó

foto de banco de imagens, q dó né?

Espero que tenham gostado, bjooos!!!

Natal criativo com os babys!

4 dez

Gente, adorei essa ideia de produzir uma guirlanda personalizada com as mãozinhas do nosso baby!

O pé também iria deixar fofo, sem contar que seria um momento divertido em família e dá pra guardar como recordação.

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Um amor!

 

 

Carta para Júlia!

9 nov

A Julinha vai completar sete meses e eu não resisti, escrevi uma cartinha pra ela e vou compartilhar com vocês:

“Filha, meu amor,

Se você soubesse como sonhamos com você enquanto estavas crescendo na barriga da mamãe… Ficávamos imaginando seu cheirinho, o sorrisinho mais lindo e conquistador do mundo, o tom da sua pele, seus cabelinhos, os olhos… Eu e o papai conversávamos com você, cantávamos e contávamos histórias. Isso tudo durante a sua espera.

A mamãe teve enjoos até o final, mas todos os dias eu repetia: – isso está acontecendo porque você não terá nenhuma dorzinha (como se já pudéssemos ser super-heróis antes mesmo de você nascer). Pais são assim, querem proteger. E deu certo!

A gente te amou quando a mamãe descobriu que estava grávida. Te amamos quando o obstetra falou repentina e inesperadamente na 13 semana: – OLHA! Uma perereca!

Pulamos de alegria e beijamos o doutor. Eu não parava de admirar as roupinhas de meninas e vestidos de princesa. A música My Girl era minha trilha sonora favorita. Ainda é. Você vai conhecer meu amor e vai entender tudo o que a música diz, é a tradução do que sentimos por você.

Sonhamos com a sua chegada, com as manhãs cheias de beijos e sorrisos. Eu sonhava acordada imaginando você no meu colo. Aí você nasceu, assim: apressadinha. Queria chegar antes, passar o dia das mamães no meu colo, ser o primeiro signo do zodíaco, encantar o mundo, dar um baita susto na mamãe e no papai e nos transbordar de amor…

Você deu aquele choro tão esperado, tão abençoado, tão vivo. Eu não pude te ter nos braços imediatamente como havia sonhado, mas te beijei e te disse: mamãe te ama meu amor, já já vou te visitar. E te levaram para UTI. Lá você foi tão bem cuidada e amada. Mas confesso que a mamãe é chorona e até recebeu este apelido pelas enfermeiras da Uti Neo. Eu olhava pra você através daquele vidro, daquele Alo, eu queria te pegar, te abraçar, te beijar, te amar, te cuidar… mas tive que me contentar com aquele espaço entre nós e aí eu cantava pra você dormir. Falava baixinho sobre como você é linda e importante em nossas vidas. O papai também não conteve as lágrimas. Ele repetia “eu te amo” pra você todos os dias.

Meu amor, quando você finalmente veio para os nossos braços e abraços foi a sensação mais indescritível de todas. Seu cheiro, suas mãozinhas tão leves, pezinhos enrugadinhos, bochechinhas esmagantes… você era o nosso sonho. Mais que isso: forte, corajosa, linda e delicada.

Filha, você vai completar 7 meses dia 14 (7+7) de novembro. Dizem q o número 7 é mágico, sagrado. A bíblia diz que o mundo foi criado em 7 dias, temos as 7 maravilhas do mundo, os 7 mares, o manifesto das 7 artes e até os 7 anões que você também vai conhecer.

Está sendo mágico ter você nos braços e você é sagrada para nós. Vamos te amar todos os dias, pular na cama com você, te encher de beijos ao acordar, te educar e fazer você se sentir a pessoa mais amada desse mundo. Você está crescendo lindamente e vamos acompanhar cada passo. Você vai crescer e crescer… mas saiba que jamais se sentirás triste ou sozinha enquanto estivermos por perto. Nossas mãos estarão sempre estendidas e nossos corações prontos pra te acolher em todos os dias de nossas vidas.

Obrigada por sete meses de puro amor. Te amamos do tamanho do céu!

Com amor, beijos da mamãe e do papai.”

Coisas que NÃO se dizem a uma mãe que…

1 nov

Apesar de nós, mamães, sabermos da delícia e da correria que é, tanto passar o dia cuidando dos filhos ou optar por trabalhar fora, sempre nos deparamos com pessoas cujas frases são incrivelmente inconvenientes. Ri muito com o post do site Potencial Gestante sobre COISAS QUE NÃO SE DIZEM A UMA MÃE QUE TRABALHA FORA E PARA UMA MÃE QUE FICA EM CASA. Decidi repostar aqui, porque ri muito e descontraiu o meu dia! Espero que gostem:

10 coisas que não se dizem a uma mãe que fica em casa

…sempre tem gente pra soltar célebres frases como algumas das mencionadas abaixo.
nos dias de bom humor a gente releva, dá um sorrisinho, faz uma piada.
mas tem dias que dá vontade de responder mais ou menos assim:

    1. “mas você só fica em casa com ele? não trabalha não?”
      é. não trabalho. fico em casa o dia inteiro babando e rolando no chão atrás do meu filho sem fazer mais nada da vida.
    2. ” depois você não vai se sentir frustrada por não ter seguido uma carreira? o que você vai fazer quando eles crescerem?
      chorar compulsivamente até virem os netos. afinal, a única coisa que sei fazer é cuidar de menino e o único jeito possível de se trabalhar é trancafiado em um escritório o dia inteiro.
    3. “você não vai mandar ele pra escola agora não?”
      ué, ele já vai pra escola desde os 3 meses de idade, não sabia? na verdade eu parei de trabalhar só pra me dar umas férias prolongadas e o filho foi um ótimo pretexto pra isso.
    4. “e você não sente saudade de conversar com outros adultos?”
      morro de saudades. afinal, o meu círculo social sempre se resumiu apenas ao meu ambiente de trabalho.
    5. “ah! prefiro trabalhar. melhor que ficar pedindo dinheiro pro marido até pra comprar calcinha.”
      eu também não peço dinheiro pra nada. desde que eu larguei o emprego pra cuidar do filho, ando pelada pela casa e deixo pra usar as poucas roupas que me restaram para sair na rua. coisa que eu faço pouquíssimo também.
    6. “oi, amor. to cansado. trabalhei o dia inteiro. e você, fez alguma coisa hoje?”
       nada, marido. não fiz nadica de nada. to sussa, relax! é como se tivesse passado o dia num spa.
    7. “mas não dá muito trabalho?”
      decida-se. uma hora você acha que eu não faço nada. e agora vem me perguntar se dá trabalho?
    8. “olha, é melhor você arrumar um emprego logo. a gente não sabe o dia de amanhã. e os homens mudam depois que os filhos nascem.”
      por quê? seu marido te largou e você achando que o meu vai fazer o mesmo?
    9. “mas aí seu filho vai ficar muito apegado a você.”
      tá. e você quer o quê? se eu deixar meu filho numa creche e for trabalhar, você vai virar pra mim, falar “tadiiiinho” e dizer que ele vai se apegar mais à professora que a mim.
    10. “coitada de você. deve ser muito solitária.”
      pra falar a verdade, eu nunca tive uma vida social tão ativa desde que o meu filho nasceu. quem me dera se eu pudesse ser um pouco solitária de vez em quando. até porque, com filhos, além da companhia intensa deles, nunca falta gente pra conversar comigo. principalmente gente chata como você.

12 coisas que não se dizem a uma mãe que trabalha fora

o post pode soar meio exagerado, e tudo bem. porque depois que viramos mães, parece que – para os outros – a porta fica aberta para uma enxurrada de comentários e palpites, mesmo que eles nunca tenham sido pedidos, mesmo que sejam sinceros ou com a intenção de agradar ou apenas puxar assunto.
mas quem ouve todos os dias a mesma ladainha acaba por se cansar mesmo.

perguntamos no facebook coisas que não se dizem a uma mãe que trabalha fora.
o resultado – com as melhores respostas – você encontra abaixo:

  1. “ai, eu não sei como você consegue! eu sinto tanta falta dos meus filhos… ”
    hmm… como se eu não enlouquecesse de saudades todos os dias.
  2. “como você fica confortável deixando que outras pessoas criem seus filhos?”
  3. “- você trabalha fora?
    – sim.
    – e ele fica o dia todo na escola?
    – sim.
    – ai, que dó!”
    dó do que, minha filha?
  4. “que pena que você tenha que trabalhar… ”
    algumas pessoas não têm que trabalhar. elas trabalham porque elas querem. simples assim.
  5. “coitado! vai viver doente.”
  6. “mas ela fica no berçário o dia tooooodo?”
    não, minha filha. só enquanto eu tô no trabalho, de 9 às 18h. e vai muito bem, obrigada.
  7. “não tem jeito de você ficar com ele ?”
    você vai pagar minhas contas ?
  8. “assim é fácil colocar filho no mundo, para os outros criarem”.
    arrrrrrh…
  9. “você deve estar com o coração partido”.
    não, estou aliviada de poder sentar, beber água, navegar na internet, ir ao banheiro…
  10. “o pediatra do meu filho falou….”
    tá, se o o pediatra do meu filho ficar com ele , ou pagar as minhas contas, eu prometo deixá-lo longe da escola até os 3 anos recomendados.
  11. “ah, eu quero ficar em casa e ser uma mamãe em tempo integral”
    eu não deixo de ser mãe quando vou ao escritório. eu trabalho e continuo sendo mãe em tempo integral
  12. “como assim o pai que cuida do bebê enquanto você trabalha? não acha que alguma coisa tá invertida?”
    invertida só se for a sua cabeça careta!

10 coisas que não se dizem a uma mãe de bebê

se grávida é bicho doido e você não pode falar o que der na telha, imagine quando vira mãe.
a gente taca o f * e parece que pira de vez.

  1. nossa, mas você é tão novinha!
    defina novinha
  2. dorme a noite inteira?
    ele dorme. eu não.
  3. gente esse daí vai dar um trabaaaaalho!
  4. acho que ele tá com fome!
    ou será que é porque bebê não para de chorar no seu colo e você quer livrar-se dele entregando a mim?
  5. o meu filho nessa idade já fazia muito mais que isso.
    uau, ein? chamem o batman! achamos o menino prodígio!
  6. mas ele tá só no peito? não vai dar nenhum chazinho, aguinha, uma mamadeira à noite pra sustentar?
    não.
  7. esse menino só quer saber de colo o tempo todo. desse jeito vai acostumar mal!
    antes mal acostumado a sentir-se abandonado.
  8. vai ser o namoradinho da minha filha!
    e com seu filho ele não pode namorar não? que pena!
  9. ih, tá soluçando, ó. tá com frio!
    ish! vamos correr para curar esse soluço! ele pode matar o bebê!
  10. me dá esse neném?
    aff.. esse é o pior! vá fazer o seu!

Adorei!!!! Se quiserem ver mais, o post é do POTENCIAL GESTANTE (clica aí que já entra no site), bjsss

 

Preparada?

19 out

Seja bem-vindo João Otávio!

Escuto quase todo mundo dizer que para ter filhos precisa melhorar a situação financeira e, principalmente, estar mais preparado para o papel de pai ou mãe (já pensei assim).

Uma amigona minha, recentemente, descobriu a gravidez! Está uma gestante lindona e brilha como o sol. É uma delícia ouvir as histórias dela e as preocupações atuais (básicas de toda mamãe de primeira viagem).

Ela escreveu sobre a gestação, os preparativos da vida, sensações e como está preparando-se para ser mãe! Olha aí:

Prepare-se

Se você está pensando em engravidar em breve, permita-me um conselho
– e  acostume-se com eles, afinal todo mundo tem uma super dica para
as grávidas: prepare-se.
Prepare-se para os enjôos, seios inchados, cansaço extremo,
esgotamento físico e noites mal dormidas. Prepare-se para as mudanças
repentinas de humor, o choro fácil, a irritação por nada, o riso à
toa, a carência e a vontade de fugir pra uma ilha deserta – tudo isso
no mesmo dia.
Prepare-se para as mudanças na alimentação, para deixar de comer
coisas que ama e amar coisas antes impensáveis. Prepare-se para os
desejos estranhos e para comer as comidas mais gostosas da sua vida:
nada é mais delicioso do que aquilo que você deseja quando grávida.
Prepare-se para sentir um misto de preocupação, medo e angústia, e
por se sentir completamente responsável por alguém que você ainda nem
sabe direito como é. Prepare-se para cuidar e educar uma criança – e
para todo o peso que isso carrega.
Prepare-se para questionar seus valores, criticar outros pais e
descobrir, no minuto seguinte, que você não tem a menor idéia da
“encrenca” que está se metendo. Prepare-se para relembrar sua
infância, entender melhor as preocupações de seus pais e querer fazer
qualquer coisa para cuidar e proteger seu bebê.
Prepare-se para se emocionar. Você vai se emocionar quando ler
“positivo” no exame de gravidez, vai se emocionar no primeiro
ultrassom ao escutar um coraçãozinho muito minúsculo batendo dentro de
você. Vai se emocionar em todos os outros ultrassons sempre que vir o
quanto seu bebezinho cresce. Vai se emocionar quando souber o sexo e
decidir o nome. E em todas essas vezes, você vai chorar.
Prepare-se para ser mimada, muito mimada. Prepare-se para todos os
cuidados –  muitas vezes excessivos – de todos ao redor. Prepare-se
para se descobrir iluminada, e ser ao mesmo tempo mais paciente com as
limitações de quem você ama.
Prepare-se, sobretudo, para um amor que você antes desconhecia
completamente. Prepare-se para amar seu bebê mais do que qualquer
coisa no mundo, para amar mais o pai da criança a cada minuto, para
amar a família que está construindo. Prepare-se para um amor que não
caberá em você.
E, depois de tudo, prepare-se para descobrir, todos os dias, que você
não se preparou o suficiente.

fonte: texto de Jully Fernandes, mãe do João Otávio.

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