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Reportagem alerta sobre alimentação das crianças, iniciando pelos bebês!

1 abr

“A criança não tem o preparo adequado do seu intestino para filtrar os alimentos de uma forma adequada. Pelo contrário, quando estimulado inadequadamente, podem predispor o aparecimento de doenças futuras, é a doença celíaca, são as alergias alimentares, fruto da introdução inadequada do alimento precocemente”, disse Sérgio Sarrubbo, pediatra professor da USP-SP.

A matéria que saiu ontem no Fantástico chamou a atenção. Eu amamentei a Júlia com leite materno, exclusivamente, até os seis meses. A partir daí comecei a introduzir frutinhas e depois salgado. O que me deixou chocada foi escutar mães (“instruídas, com convênio, escolaridade…” – entenderam né?) dizer q aos dois meses o bb tomava leite de caixinha e ainda acrescentava farinha pra dormir a noite toda.

A outra mãe que aos 3 meses já dava papinha salgada de alimentos sólidos, sendo que o desenvolvimento intestinal e dos demais órgãos ainda não estão preparados nesta fase.

Algumas falaram que o pediatra é que dava o aval para introdução dos alimentos antes da hora certa.

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“- Fantástico: O biscoito doce pode ser colocado no leite, amassado e dar?
– Carolina dos Santos: Então, o biscoito doce ele tem açúcar. Só depois do primeiro ano de vida, dentro de uma alimentação balanceada.”

Todo cuidado é pouco. Vale para todas as idades! Precisamos respeitar os rótulos e as recomendações médicas evitando futuras predisposições ao aparecimento de doenças futuras.

Para assistir a matéria completa basta clicar aqui: FANTÁSTICO – ALIMENTAÇÃO

bjsss

Não bato, mas grito!

18 mar

Amigas e amigos, depois de meeeeses sem postar, voltei! Tb voltei com tudo ao trabalho, mantendo minhas atividades de casa, meu bebê, marido e tudo mais! Dá pra entender pq demorei a postar né?

Volto com essa matéria que achei sensacional da revista Crescer sobre atitudes que podem prejudicar os filhos eternamente:

O GRITO: É um tipo de abuso que não deixa vestígios físicos visíveis. No entanto, danifica a autoestima da criança. 

Não bato, mas grito. Para o psicólogo espanhol Guillermo Ballenato, autor do livro Educar Sin Gritar(Educar Sem Gritar, ainda sem previsão de lançamento aqui no Brasil), a reação dos pais focada em gritos virou uma forma de os pais se comunicarem com os filhos, e isso apenas danifica a autoestima da criança. Leia abaixo a entrevista exclusiva para CRESCER:

CRESCER: Quais são os valores básicos da educação?

Guilhermo Ballenato: Em uma sociedade tão complexa e competitiva, a educação com base nos valores tem um papel essencial, porque são os pilares que permitem que o ser humano viva em sociedade. Os três considerados por mim fundamentais são justiça, respeito e solidariedade. Esses três fazem com que o desenvolvimento da criança seja mais equilibrado, dá mais confiança para elas e legitima a autoridade dos pais e educadores. Outro ponto importante é o diálogo com a criança com base na escuta e na sinceridade. Uma relação afetiva garante segurança, permite a troca emocional e enriquece.

C.: E como os pais podem demonstrar autoridade?

G.B.: A autoridade deve ser reconhecida baseada no exemplo, no diálogo e no reconhecimento, não no castigo ou nas críticas. Por isso que eu digo que a tarefa de educar é um desafio estimulante que ainda está para ser descoberto por muitas pessoas, especialmente os pais, educadores.

C.: Você acredita que o grito virou a nova surra? Por que isso é um problema?

G.B.: Os gritos tornaram-se, infelizmente, uma forma bastante comum de “educar” as crianças. É um sintoma de insatisfação consigo mesmo e o reflexo de uma sociedade. Por isso, é tão urgente rever as nossas prioridades, sejam elas o trabalho, bens materiais, família… Contribuir para uma sociedade melhor, mais justa, mais solidária deve ser a missão de uma vida inteira e a educação é a maneira ideal de fazer isso. Quem não tem tempo para gastar com seus filhos enquanto eles são jovens deve saber que os anos não vão voltar e não podemos recuperá-los. Os gritos são um mau exemplo e a conduta de vida do adulto educa tanto ou mais que a palavra. Alguns pais usam o grito como uma rotina para se comunicar com as crianças. Isso é um tipo de abuso que tem consequências.

C.: Como o que, por exemplo?

G.B.: Os pais gritam por falta de paciência, pela sensação de impotência, pelo medo de perder a autoridade, porque eles sentem a distância psicológica apesar da proximidade física com a criança. Só que os gritos fazem com que percamos a autoridade. Se tivermos a razão, perdemos pela má educação. É um tipo de abuso que não deixa vestígios físicos visíveis. No entanto, danifica a autoestima da criança. E muitos pais acabam se sentindo culpados. Devemos acreditar que é possível educar sem gritos. Para fazer isso, temos de desenvolver nosso autocontrole. Não podemos ensinar as crianças a controlar suas emoções, se nós próprios não somos capazes disso.

 C.: Os pais se sentem culpados por não passarem o dia todo com os filhos por conta do trabalho. No entanto, também estão mais cansados e explodem com mais facilidade. Como administrar tudo isso?

G.B.: Vivemos em uma sociedade com muitos pais exaustos e crianças que se sentem sozinhas. Para amenizar essa situação, é necessário criar algumas estratégias para não acabar gritando com as crianças nos momentos mais tensos do dia. E devem ser adaptadas caso a caso. Volto a dizer que, para algumas famílias, talvez a saída seja melhorar a comunicação para prevenir e resolver conflitos. E isso requer paciência e exige coerência no que se diz às crianças. Os pais devem mostrar autocontrole, exercitar a paciência, aprender a contar até dez antes de falar, ouvir sem interromper, evitar dar sermões… Parece, mas não é complicado. E os efeitos são tão benéficos que vale a pena colocá-los em prática. Outro ponto que conta muito é o nível de satisfação pessoal dos pais. Pais mais felizes tendem a transmitir esse bem estar nas relações com os filhos.

C.: Como agir para garantir uma educação de sucesso?

G.B.: Devemos usar a empatia, senso comum e o diálogo. Buscar a razão e explicar, mas também ouvir e ser flexível. Essa história de que rotina estraga é mentira. Criança precisa de regras, elas são necessárias para a convivência e devem ser estabelecidas desde o início e fazê-las respeitar. Muitas crianças estão pedindo para ter regras claras. A falta de normas gera confusão e insegurança nas crianças. No futuro, eles vão viver em uma sociedade que exige o cumprimento das leis e precisam se acostumar! O mais importante é que devem ter sentido e devem ser proporcionais, não definidas de forma arbitrária. A flexibilidade na exigência do cumprimento deve ser gradual. Inicialmente, é melhor ser rigoroso, coerente e consistente.

ain q dó

foto de banco de imagens, q dó né?

Espero que tenham gostado, bjooos!!!

Bebês: As quatro crises do crescimento

20 jul

Li esta matéria e achei muuuuuito importante compartilhar com vocês (afinal, informação nunca é demais para nós). Muitas vezes achamos que nossos babys estão com algum problema de saúde, quando na verdade é só uma crise que dura algum tempinho. Aqui não tem fotos da Juju chorando. Estou tentando registrar esse momento crise de beicinhos lindos e berrinhos doloridos.

Paciência, amor e carinho são as palavras chaves, sempre!

Seu filho enfrenta problemas para dormir,  se alimenta mal e anda agitado? Calma. Pode ser que ele esteja apenas atravessando uma crise comum à fase em que se encontra. (Por Manuela Macagnan – via Bebê Abril)

Primeiro trimestre: período simbiótico

Como começa a crise do primeiro trimestre?

A chegada aos 3 meses é um momento tão marcante que alguns autores falam de dois nascimentos: o biológico, que é o dia do parto, e o psicológico, que acontece quando o bebê completa 3 meses. Esse primeiro trimestre de vida é o que se chama de período simbiótico. “Para a criança, mãe e filho significam uma única palavra ‘mãefilho’. É assim que ela entende: como se fossem uma única pessoa”, diz, brincando, Leonardo Posternak, pediatra de São Paulo. A partir dos 3 meses, o bebê passa a olhar no olho da mãe, começa a se divertir, imita alguns gestos. Ele começa a sentir que a mãe não é só um bico de peito e, assim, começa a construir a imagem do outro.“É nesse período que a criança percebe que não está enroscado no tronco da árvore – que é a mãe. Ele está perto da árvore. Entende que precisa chamá-la para ter o que necessita – leite, colo ou fraldas limpas. Nessa hora, bate a ansiedade. É como se ela pensasse: ‘E agora? E se eu chamar e ninguém escutar? E se esse outro vai embora, o que eu faço?’ É aí que começa a crise”, explica Posternak.

Como saber se o filho está passando por uma crise?

A melhor maneira é ouvir o pediatra. “Algumas mães chegam ao consultório reclamando que há três dias o filho estava ótimo e, de repente, não quer mais mamar e tenta se afastar quando elas dão o peito. Outras reclamam que o bebê estava dormindo bem, mas, depois dos 3 meses, isso mudou. Ele acorda várias vezes chorando”, diz Leonardo Posternak, pediatra de São Paulo. “Há ainda as mães que reclamam que o bebê fica agitado sem motivo. Não quer ficar no colo, no berço, no bebê-conforto. Parece não estar confortável com nada que é oferecido”, continua. As queixas normalmente são parecidas e o seu pediatra saberá dizer se o bebê está com algum problema de saúde ou atravessando uma crise.

Quanto tempo dura a “crise do fim do período simbiótico”?

Essa crise dura em torno de 15 dias.

Nesse período, os bebês precisam ser medicados?

Não. Quando a criança atravessa uma crise, é muito importante que ela não seja medicada. “As mães sempre chegam ao consultório achando que a razão do desconforto tem algum aspecto orgânico: cólica, falta de leite, dente nascendo. Então explico que se trata de uma crise, um momento excelente para o crescimento”, ensina Leonardo Posternak, pediatra de São Paulo.

O que os pais devem fazer durante a crise?

Eles devem ficar calmos e entender que esse período vai passar. “Conhecendo os sintomas, os pais precisam dominar a ansiedade para que a criança não tenha que atravessar esse momento complicado num ambiente angustiante. Lembre-se de que o seu bebê precisa passar por essa crise para poder crescer”, explica o pediatra Leonardo Posternak, de São Paulo.

Entre 5 e 6 meses: formação do triângulo familiar

Como começa a crise da formação do triângulo familiar?

Por mais que o pai tenha sido presente e ativo desde o nascimento do bebê, ele não teve uma relação tão simbiótica com o filho. Isso se dá por inúmeros motivos. Até mesmo porque ele não dispõe dos meses de licença-maternidade para ajudar nessa proximidade. Então, por volta do sexto mês de vida, o bebê, que já conhece a mãe, começa a reconhecer a figura do pai, dando início à formação do triângulo – e da crise.

Que sintomas a criança apresenta nessa crise?

“A criança tem um pouquinho de transtorno do sono, e o apetite diminui um pouco”, diz o pediatra Leonardo Posternak, de São Paulo. Mas essa crise costuma afetar mais as mães do que os bebês. “Nessa fase, a mãe se dá conta de que, para o filho ser saudável e feliz, ele precisa ter uma relação triangular e não uma relação de cordão umbilical com ela. Afinal, ninguém quer que o filho seja dependente a vida toda. É necessário que alguém corte essa simbiose. E esse é o papel do pai”, explica Posternak.

Com 6 meses, nascem os primeiros dentinhos. Essa etapa se confunde com a crise?

“Sim. Às vezes, isso acontece. As duas fases se confundem porque a dentição incomoda, dói e torna a criança aparentemente mais agressiva”, explica o pediatra Leonardo Posternak, de São Paulo.

Oito meses: separação ou angústia

Essa crise acontece sempre no oitavo mês?

Não exatamente. Essa é a crise do terceiro trimestre. “Embora seja incomum, algumas crianças começam a dar sinais da crise com 6 ou 7 meses. Outras mostram sintomas de angústia com 9 meses. Mas na maioria dos casos isso acontece mesmo no oitavo mês”, explica o pediatra Leonardo Posternak, de São Paulo.

Por que os pediatras dizem que essa é a crise mais significativa de todas?

“Porque essa é a que dura mais tempo e o transtorno do sono é muito acentuado: a criança pode chegar a acordar 15 vezes durante a noite, desperta muito assustada, com um choro intenso. Alguns pais ficam tão assustados que pensam que a criança caiu do berço porque é um choro diferente, desesperado”, esclarece o pediatra Leonardo Posternak, de São Paulo.

Quanto tempo dura a crise da angústia?

Demora um pouco mais que as outras: três ou quatro semanas.

Os pais devem levar a criança para dormir na cama deles?

O ideal é que o bebê durma no seu berço ou carrinho desde os primeiros dias de vida. “Dormir na mesma cama se dá mais por ansiedade dos pais do que por necessidade dos bebês. E os pais não dormem tranquilamente, pois ficam com medo de sufocar o bebê. Sem contar que isso pode ocasionar um afastamento na vida conjugal”, explica Ana Paula Cargnelutti Venturini, mestre em psicologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Além disso, segundo Ana Paula, a prática pode levar a criança a ficar muito dependente dos pais, buscando uma atenção cada vez maior.

Nessa fase, quando a criança chora de madrugada, é a mãe quem deve atender?

De preferência, sim. O pediatra Leonardo Posternak explica a razão: “Na fantasia do bebê, ele acha que, quando a mãe apaga a luz e fecha a porta, não volta nunca mais. Então, se ele chora durante a noite e é atendido pelo pai ou pela babá, acredita que a mãe não voltará mesmo”. A criança precisa passar por isso para ir entendendo que a presença da mãe pode ser seguida de ausências. “Nessa fase, é oportuno que não ocorram trocas dos cuidadores. Além de acordar assustado, o bebê pode reagir à presença de estranhos, chorando ou estranhando o colo”, reforça Ana Paula Cargnelutti Venturini, mestre em psicologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. “A mãe deve tentar acalmá-lo no próprio berço para não alterar substancialmente sua rotina”, ela sugere.

Quais os sintomas da crise da angústia?

Basicamente os mesmos das outras crises: alteração do sono, perda de apetite e agitação. “O sono é o que mais perturba. Além disso, a criança come muito mal, pior do que nas outras fases. E às vezes faz até pequenas greves de fome”, comenta o pediatra Leonardo Posternak, de São Paulo.

Qual a importância do objeto de transição nessa fase?

Nesse período de angústia, a criança começa a se apegar a algum objeto: pode ser um paninho, uma chupeta específica, um brinquedo. “Esse objeto representa a mãe, e é bom que ela brinque com o ursinho, por exemplo, que dê beijo, que deixe nele o seu cheiro. Isso vai ajudá-la a entender que à noite as coisas não desaparecem. A mãe pode sumir, mas o objeto continua ali e vai estar com ele quando acordar. Isso ajuda a criança a entender que esse afastamento não é uma perda”, ensina o pediatra Leonardo Posternak, de São Paulo.

Como ajudar a criança a escolher o objeto de transição?

Os pais não precisam se preocupar em estimular a escolha, que é feita naturalmente pelo bebê. “É importante que o objeto resista às agressões da criança e que ela mesma o reconstrua. A mãe não deve lavá-lo nem tentar consertá-lo”, explica Ana Paula Cargnelutti Venturini, mestre em psicologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

1 ano: ambivalência/dependência/independência

Como é a crise do primeiro ano?

Esse período coincide com o andar: a criança quer caminhar, quer ser independente, mas ainda precisa de colo. “Ela já se sente capaz de explorar o ambiente, já abre gavetas, tira todas as roupas de dentro, mas ainda não vai muito longe da mãe. A crise se dá por essa vontade de ser independente e a necessidade de ser, ainda, dependente.”

Quais são os sintomas dessa crise?

“As mães chegam ao consultório reclamando que a criança começou a acordar à noite, a não comer e a ficar muito agitada durante o dia”, diagnostica o pediatra Leonardo Posternak, de São Paulo.

Os pais devem estimular a criança a caminhar?

Estimular, sim, mas jamais forçar. “O cérebro e as pernas ainda não estão combinados. Ela quer, porém não consegue, e isso gera angústia. A criança deve caminhar quando ela achar que pode”, alerta o pediatra Leonardo Posternak, de São Paulo.

Como as mães devem lidar com as crises?

“Não existe uma receita ideal. Como todo relacionamento, é preciso adaptação, tranquilidade e equilíbrio, além de um ambiente saudável e acolhedor. Essas fases podem ser difíceis, mas são extraordinárias e marcantes”, finaliza Betina Lahterman, pediatra da Universidade Federal de São Paulo.

 

Soninho de anjo? Papais e mamães confirmam a importância da rotina e contam tudo sobre a hora do sono.

25 jun

Amigas, mamis, leitores em geral: eu AMEI este post, ficou uma delícia!

Temos aqui oito depoimentos sobre o soninho dos babys. Mamães (e um papai) – de cantinhos diferentes do Brasil – contam sobre a rotina, detalhes e como funciona a hora de dormir de seus filhos. Fica claro que – por mais que existam regras  gerais – cada família têm suas particularidades e um jeitinho único de agir nesse momento.

Ficam aqui as dicas e alertas (de quem possui experiência) sobre esse momento tão importante e delicado para nossos amores: a hora do sono!

Eles responderam as seguintes perguntas:

– Seu bebê dorme bem? – Tem rotina? – Funcionou?

Entrevistado: Mamãe Fernanda Kretzer dos Santos (São José/SC)

Lucas (7 meses)

” Lucas nos primeiros meses de vida tomava a mamadeira e logo dormia. Era um relógio: de três em três horas queria o seu mamá e já logo voltava a dormir. A medida que foi crescendo, essa rotina teve alterações. Ficava grande parte do dia acordado prestando atenção em tudo. Não se entregava fácil ao sono, mas quando dormia, descansava bem.

Geralmente dorme sozinho em sua cama ou no carrinho e pode dormir ou não a noite inteira. Agora já estamos em outra etapa. Dorme a noite toda e passa grande parte do dia acordado. Ele janta às 20h e come sua sobremesa. Logo em seguida tira um cochilo. Depois acorda, brinca um pouco com o irmão, engatinha pelo chão e se arruma para dormir. Toma a mamadeira em torno das 22:30 hs e custa um pouco para dormir.

 Está na fase de engatinhar, então quer aproveitar bem esse momento de liberdade e dorme pouco durante o dia.

Tem noite que acorda chorando, tem noite que dorme inteira, tudo depende do dia que passou.”

Entrevistada: Mamãe Karine G. Ribeiro (Florianópolis/SC)

Helena Ribeiro Sanceverino (11 meses)

“A Helena, desde que nasceu preparo o ambiente para ela dormir, deixo apenas a luz do abajur e acalmo o ambiente.Dorme muito bem durante a noite, porém, tira poucas sonequinhas durante o dia – 3 a 4x por 40 minutos apenas.

Nos primeiros meses, a Helena só dormia depois de embalar muito. Aos seis meses comecei a fazer ela dormir sozinha, colocando-a na minha cama entre dois travesseiros (ela só dorme de lado, agarrada em um travesseiro). Achei que ia ser mais difícil fazê-la dormir sozinha, mas essa dificuldade era mais minha do que dela. Três vezes de chorinhos na hora de dormir e ela logo acostumou, recusando o colo.

Agora que ela engatinha, não quer mais ficar na cama, mesmo morta de sono, sai fugida pela cama. Então, deixo ela no colo até ficar sonolenta e depois, deito na cama, com o travesseiro para ela abraçar.”

– Entrevistada: Mamãe Francine Paranhos Constante (São José/SC)

Maithe Paranhos Constante (5 meses)

 “Maithe, desde que nasceu é bem dorminhoca, o primeiro banho foi às 3h da manhã, praticamente dormindo, depois de nascida ela levou mais de 12 horas pra comer, pois só dormia. Quando acordava mamava 10 minutos e dormia novamente, foi esse o motivo de eu já sair da Santa Helena com uma receita do Dr. Alcides de NAN HA, ele já previu que ela não ia pegar peso. Fiquei na enfermaria, não consegui dormir, pois o bebe ao lado mamava de 2 em 2 horas, chorava muito, por fome e cólica, enquanto isso Maithezinha nanava como um anjo.

Sempre dou banho à noite. Durante o dia ela dorme na minha cama – pois pode assistir TV- ou no carrinho, coloco a fralda noturna e o pijama, antes do último mamá eu já vou preparando  o quarto, baixo o volume da TV, apago a luz e deixo somente o abajur ligado, falamos mais baixo e coloco ela no berço que fica ao lado da nossa cama, pra ela entender que é hora de dormir, inclusive damos beijo e falamos BOA NOITE! Aconteceu umas 4 ou 5 vezes de ela chorar sem parar e a gente ter que pegar dar uma voltinha na sala, conversar um pouco até se acalmar e aí começar tudo de novo. Até hoje ela ainda dorme bastante. Até semana passada ela ia dormir lá pela meia noite, acordava às 4h para mamar, agora damos a chupeta e ela vai até 5 ou 6, mama e dorme novamente.

Ah! notei que isso aconteceu em dias que a rotina se alterou demais e por algum motivo ela não dormiu como de costume.”

Entrevistada:  Mamãe Jumara Martini de Melo (Florianópolis/SC)

Maria Luíza (10 meses)

“Meu bebê dorme entre 10 e 11 horas por noite, acordando uma vez paramamar, às 6 da manhã, depois dorme mais um pouquinho. O soninho dela é tranquilo mas, toda noite, lá pelas 3 da manhã, ela chora para dormir na nossa cama…. e aí, papai, mamãe e Malu se espremem e dormem de novo (estou com torcicolo há semanas).

Quando ela nasceu, dormia o dia todo e ficava 4 horas acordada de madrugada, era bem cansativo. Foi assim por quase 3 meses, depois foi melhorando, acordava só para mamar, de 3 em 3 horas. Com aproximadamente 5 meses começou a dormir direto à noite.

A rotina da Malu é simples. Toda noite, às 20 horas, dou banho e mamadeira e a deixo no berço, assistindo desenho… em 15 minutos ela já dorme.

Quando saímos à noite, o que é raro, ela fica bem incomodada, pois tem sono, mas não consegue dormir… tentamos não sair muito da rotina, por enquanto.”

Entrevistada: Mamãe Kelly Franco Albuquerque (Fortaleza/CE)

Davi (2 meses)

” Meu bebê dorme bem e mama muito também. Durante o dia está dormindo bastante e, às vezes, dá trabalho à noite, mas como nesta fase nós é que temos que entrar no rítmo do bebê tá tudo certo!

Às vezes mama pouco e rapidamente acorda novamente o que pode deixar as noites mais estressantes mas nada é melhor do que vê-lo nos meus braços sendo alimentado por mim. Amor maior não há!

Por enquanto ainda não dá para ter uma rotina, porque nem sempre ele mama o suficiente para dormir bem. Então, o jeito é monitorar o soninho dele para não deixá-lo com fome e muito tempo sem se alimentar!!!”

Entrevistada: Mamãe Dayane Almeida Eufrásio (Florianópolis/SC)

Aaron Almeida Eufrásio (11 meses)

“Desde que nasceu sempre teve um sono tranquilo e profundo. Sempre acostumamos ele a dormir com barulho e sem embalos. Hoje ele dorme sozinho e, se tiver gente por perto, não dorme de jeito nenhum.

Quando amamentava era totalmente pontual, de três em três horas acordava para se alimentar. Com dois meses de vida passou a dormir a noite todinha, acordando às 6h30 para a primeira amamentação e às 23h30 era sua última mamada. Hoje continua com o mesmo hábito, mamadeira às 23h30, mas acordando um pouquinho mais tarde.

Conforme vai ficando mais velho, vai dormindo menos durante o dia, querendo aproveitar cada momento e fazendo de tudo para gastar a energia diária. Hoje dorme o suficiente para recuperar energia.”

Entrevistada: Mamãe Léia Michele Souza Mota (Canoas – RS)

Isabella Souza Mota (2 anos)

“Como a Bela era prematura tinha alguns probleminhas na respiração que tinhamos que monitorar. Eu dormia com a babá eletrônica do lado, mas após as mamadas noturnas da 00:00 e 03:00 da madrugada melhorou bastante, ela sempre conseguiu dormir diretinho e no quartinho dela.

Existiu uma rotina, sempre? Sim, eu coloquei desde os 3 meses como regra ela ter que dormir entre 20h30 e 21h30, para eles tem que ter uma disciplina. E, sinceramente, pra mim estes são os meus melhores sonos!

Mudou com o tempo? Sim, lá por 1 ano e 8 meses eles tentam acordar durante a noite e querer brincar. O médico orientou a ir ao quarto dar um chazinho de camomila ou erva doce sem açucar, bem pouquinho, e não falar com ela. Só ajeitá-la e ficar atá ela dormir.  Foi um santo remédio, agora ela voltou a dormir a noite toda.

Entrevistada: Mamãe Monique Guerra (Fortaleza/CE)

Gabriella (6 meses)

“Minha bebê hoje tem o sono bem tranquilo, porém, no início, mamava de hora em hora assim que nasceu.  Foi aumentando o tempo e hoje tive o maior prazer do mundo em dizer que ela dorme entre 4 a 8 horas. Ela tem muitos sonhos durante a noite, às vezes bons, às vezes ruins, pois ela sorri ou chora durante o sono.

Eu sempre faço uma boa rotina para ela, desde pequena, ela tem de dormir um soninho pela manhã e outro a tarde, mas a noite gosto de fazer brincadeiras com ela e com o pai para poder deixá-la bem cansadinha. Dou um belo banho morno, dou de mamar e a coloco para dormir entre 8 ou 10h da noite.”

Entrevistada: Mamãe Ana Bonfim (Joinville/SC)

Giulliana Bonfim (22 meses)

“Quando a Giulli nasceu, dormia de 6 a 8 horas seguidas, eu cheguei a perguntar para o médico se era normal, ele respondeu que se ela tivesse ganhando peso eu tinha que aproveitar e deixar ela dormir.

Criei uma Rotina para ela se adaptar ao nosso dia a dia e deu certo! Dava a última mamada às 23h e ela acordava sempre umas 5h30 ou 6h, trocava, mamava e depois só as 10 ou 11 da manhã . Não tive problemas com o sono dela.

Acredito que o que proporcionava o sono tranquilo eram os banhos (21h ou 22h) de vapor dela que chegavam a durar 30 minutos. Ela tomou seus banhos até atingir seus 10 kilos no colo no banheiro, deitava no meu peito e recebia a ducha quentinha nas costas. Com a parceria do pai, deu muito certo! Ela entrou no nosso ritmo, e eu garanti minhas noites de sono perfeitas!”

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Gostoso trocar experiências né!

Acredito no crescimento com a troca de experiências e, com certeza, auxiliando – e até tranquilizando – muitos papais. Existem outros fatores como cólicas, refluxo, gases dos bebês que atrapalham muito o soninho. Mas não pretendíamos entrar nesse  mérito para não cair na área medicinal.

E as fotos? Viram? Vontade de esmagar um por um… é uma delícia vê-los dormindo assim, como anjos…

Quero agradecer a todas as mamães que responderam com tanto carinho e, com uma estrelinha, o papai André que sugeriu esta pauta e fez parte dela.

Deixem seus comentários e como é o soninho do seu bebê também (ou como pretende agir)!

Bons sonhos!

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