Diário da mamãe! Sem neura ou com neura, a gente só quer o melhor para nossos filhos!

10 out

Ufa! Faz tempo que não posto e nem preciso explicar o motivo, não é?

Aproveitei esse tempinho pra compartilhar com outras mamães um pouco do meu “ser mãe”.

De longe, olhando para outras mães, sempre achei que a maternidade fosse aquela pérola mágica de felicidade. Você abre a casquinha, é o momento que o bebê nasce, e alí está a pérola. Verdade, é uma pérola, a mais linda de todas as joias. Mas… espera aí… cadê a felicidade toda que me falaram? Onde foi parar a magia de ter um filho depois de noites e noites sem dormir, apenas babando no baby, pensando em como será seu futuro, se você estará sempre perto, se é assim que se faz, se algo está errado, se a sua vida mudou completamente, se a rotina vai funcionar, se precisa de rotina, se o amor é suficiente…

Quem é mãe e nunca pensou nessas coisas que atire a primeira fralda!

A Júlia fará 6 meses dia 14 de outubro e continua no leite materno com prioridade de 3 em 3 horas. Me sinto realmente feliz por isso. Voltei a trabalhar (estou amando essa decisão) e minha filha me acompanha (por mamar no peito e por não ter com quem deixar). E quando penso que terei que deixar com alguém ou na creche já gero uma angústia em mim…lá vem a neura…

Ela é bem dorminhoca e consigo trabalhar. Além de ficar super bem com a tia Vanessa que trabalha aqui na agência.

Eu confesso que tenho meus medos e neuras. Medo de me tornar aquele tipo de mãe superprotetora e no momento venho trabalhando isso. Percebi que, por mais que tentemos ser normais, agir naturalmente, deixar tudo acontecer como a vida quer… nossos pensamentos como mãe continuarão nos colocando em dúvida sobre as atitudes do dia a dia.

Percebo que não existe mãe ideal, nem um tipo que eu gostaria de ter sido ou não. Graças a Deus tenho muitaaaaas amigas mães com quem posso conversar e juntas trocamos várias ideias. Conversando com elas vejo que existem mães, apenas isso, mães que fazem tudo pelo melhor de seus filhos. Que se doam e amam do seu jeito. Que buscam o melhor a cada dia para ser a melhor mãe do mundo. E que isso será eterno. Vamos querer ser a melhor mãe do mundo, mesmo diante dos erros na tentativa de acertar ou diante da exaustão que nos acompanha. E não adianta, podemos estar um caaaaaco… o sorriso deles é a maior recompensa que já existiu ou se sentiu! Não tem preço!

Diante disso, posso dizer pra você, que a felicidade cresce, cresce, cresce, assim como o amor. Chega a doer de tão forte. Eu amo ser mãe e sempre foi meu sonho. Mas preciso ser realista. Saber que você tem um ser humano totalmente dependente da sua forma de educar, criar e amar e que, dependendo das suas escolhas hoje, você formará o adulto de amanhã é muita responsabilidade.

Adorei um post que li no blog Desabafos de Mãe: Feministas também praticam o attachment parenting, sobre os 8 princípios da maternagem e estilos de mães. Fica a dica pra quem escolheu cuidar só dos babys ou continuar trabalhando fora.

Agora que eu tenho o maior amor do mundo precisando de mim para crescer de forma segura e confiante, farei o possível para cumprir minha missão da melhor maneira possível, desviando das neuras e vivendo a minha vida também. Vou tentando!

Se quiser, compartilhe como é sua vida de mãe. Afinal, propaganda de margarina é o sonho de todas nós!

#momentodenguinho

beijinhos

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